sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Las Ensaladas de Mateo Flecha: La bomba
Ande, pues, nuestro apellido,
el tañer con el cantar
concordes en alabar
a Jesús rezién nascido.
Bendito el que ha venido
a librarnos de agonía.
Bendito sea este día
que nasció el contentamiento.
Remedió su advenimiento mil enojos,
Benditos sean los ojos
que con piedad nos miraron
y benditos que ansí amansaron tal fortuna.
quinta-feira, 5 de março de 2009
"Gabriel´s Oboe" por Ennio Morricone
segunda-feira, 2 de março de 2009
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Óró 'sé do bheatha 'bhaile - Mary Black
domingo, 28 de setembro de 2008
Defesa da Catedral de Neuquén
domingo, 30 de dezembro de 2007
Um Rostropovich de presente (Feliz Natal)
Como não poderia deixar de fazer, trago um pequeno presente aos escassos leitores e visitantes desse blog em vista do Natal, já em atraso, e do novo ano que se inicia.
A beleza é boa. É evidente. Portanto não é necessário dar justificativa a essa sentença. Mas o que é bom, enquanto característica de adjetivação é porque reflete o Bem, que é sujeito. O Bem cujo nascimento entre os homens é celebrado todo 25 de dezembro, todo santo ano. Logo, apreciarmos o que é belo e bom é sempre razão para nos maravilharmos, nos conscientizando do Bem refletido.
Enfim, o que vos trago é uma apresentação de Mstislav Rostropovich, que refletia bondade por meio de sua bela música. Falecido nesse superado ano de 2007 aparece no vídeo executando o Prelúdio da Suíte No. 1 para Violoncelo de Bach.
Gustavo V. de Andrade
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Unser Liebe Fraue - Nossa Gentil Senhora
Nossa gentil Senhora
De fresca fonte,
Aos pobres lansquenetes
Dai um sol quente!
Não nos deixeis congelar,
Sejamos acolhidos numa estalagem
Onde entremos com bolsas cheias
E ao sair as tenhamos vazias.
E os tambores,
Que troem, que troem, avante,
Lansquenetes avante!
Lansquenetes avante!
O tambor marca a marcha,
Ao vento estalam as bandeiras de seda.
É preciso entregar-se à sorte e à graça de Deus.
Para entrar em campanha.
O trigo amadurece nos campos,
A solha salta n'água corrente,
E o vento traz o rumor dos ducados,
Ele se levanta e monta em direção a Berg op Zoon.
Refrão
Nós comemos a poeira da estrada,
E nossa bolsa está oca.
O imperador devora os Flandres,
À sua saúde todos os dias!
Ele não pensa senão em regalar-se de suas conquistas,
Em dominar o mundo.
Em minha casa está meu amor,
Que chorará se eu morrer.
Refrão
*Lansquenetes, assim eram chamados certos mercenários alemães dos séculos XV a XVII. Em alemão são chamados Landsknecht (Land significa terra ou país, e Knecht, servidor).